Call of Duty: Black Ops - De volta ao campo de batalha - 13 Novembro 2010 - Rocket Games
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Call of Duty: Black Ops - De volta ao campo de batalha

Como superar um jogo como Call of Duty:Modern Warfare 2?  É uma tarefa muito, muito difícil. Gosto é disc

utível, mas não há como negar que o último jogo do estúdio Infinity Ward (Call of DutyCoD: Modern Warfare) foi um dos maiores lançamentos da história dos videogames.

Para piorar a situação, 2010 seria o "ano do CoD meia-boca”, como muitos fãs costumam chamar os anos em que a série é feita pelo estúdioTreyarch (Call of Duty 3CoD: World at War). Não que os jogos sejam exatamente ruins, mas deixam muito a desejar quando comparados aos do estúdio que criou a série.

Porém, há algo de diferente em 2010. Por tudo o que foi apresentado,Call of Duty: Black Ops (PS3Xbox 360WiiPCDS) parece cada vez mais um sucessor à altura de MW2. Aquela empolgação com a aproximação do lançamento vai aumentando, e o jogo já chegou ao ponto de ultrapassar o recorde de pré-vendas do anterior na Gamestop, maior rede de lojas de games dos Estados Unidos.

Um pouco mais discreto

É claro que todo mundo joga Call of Duty por causa do modo multiplayer, mas a campanha para um jogador é sempre marcante. Depois da fantástica, e até certo ponto verossímil, campanha de CoD 4, a Infinity Ward chutou o balde e fez uma produção de Hollywood em Modern Warfare 2, com explosões a cada cinco segundos e um roteiro, digamos, um tanto absurdo. Muito empolgante, porém mais exagerado do que deveria.

Já Black Ops traz algumas semelhanças com o jogo anterior da Treyarch, World at War. Uma atmosfera mais crua, mais brutal, com a ação um pouco mais próxima dos personagens. Finalmente saindo do cenário daSegunda Guerra Mundial, o estúdio resolveu situar Black Ops na época da Guerra Fria. Como são décadas de tensão, o jogo se estende por um grande período de tempo.

Você ainda joga com vários soldados diferentes em equipes distintas, e as missões seguem o estilo de infiltração da "linha" Modern Warfare, embora, como já dissemos, tenham aquela atmosfera mais crua, certamente por causa da época em que se passam. De modo geral, o jogo parece mais violento, com mais sangue e mortes mais explícitas.

O novo velho multiplayer

Partindo de onde Modern Warfare 2 parou, o multiplayer de Black Ops tem duas missões: tonar a experiência mais equilibrada, e introduzir novidades suficientes para que não seja uma mera cópia de MW2, como World at War copiou CoD 4: MW. E tudo indica que a Treyarch esta próxima de conseguir as duas coisas.

É claro que o jogo nunca será totalmente equilibrado. Quando você tem mais de 10 milhões de pessoas jogando, alguém certamente vai encontrar jeitos de driblar o sistema e tirar vantagem. Ou as decisões de design são tomadas e não podem ser mudadas. Por exemplo, muitos dos que conseguiram cópias adiantadas e já está jogando Black Ops estão dizendo que os rifles sniper foram muito enfraquecidos. Não se pode agradar a todos, mas o estúdio segue o caminho correto até agora: corrigir os desbalanceamentos de Modern Warfare 2.

Deixando o básico de lado (você sabe qual é o objetivo em um jogo de tiro, certo?), as novidades de Black Ops parecem bem interessantes. Obviamente, os perks (habilidades especiais equipadas em seu personagem) e os killstreaks (ataques bônus por mortes em sequência) receberam modificações.

O alistamento começou

Seja qual for a versão que você for comprar, pode se preparar para dedicar no mínimo o mesmo tempo gasto em MW2 no multiplayer de Black Ops.  Call of Duty chegou a um ponto em que não importa se aActivision vai lançar uma nova versão 12 meses depois. É quase como se a cultura gamer demandasse que os fãs de FPS (jogos de tiro em primeira pessoa) comprem a última versão. Se você não gosta da série, não há problema, apenas aguente as inevitáveis conversas sobre o jogo até o final do ano.

Call of Duty: Black Ops sera lançado em quase todo o mundo à meia noite do dia 9 de novembro, em três versões: a comum, custando US$ 60; a Hardened Edition, vindo em uma capa de metal, com os quatro mapas do Nazi Zombies de World at War e avatares para a Xbox Live ePSN, custando US$ 80; e a Prestige Edition, que acrescenta à Hardened Edition um carrinho de controle remoto igual ao usado no jogo, por US$ 150.

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Categoria: Notícias de Games | Visualizações: 585 | Adicionado por : xegg | Tags: Call of Duty: Black Ops | Ranking: 0.0/0
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